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Conejo

     LA   BOSSA   NOSTRA     

CORO :

Oh sol, oh sol, oh sol !
Oh sol queimante e ardente,
oh sol cozinheriro da gente,
oh sol tan firme e bruñido,
oh sol de fogo encendido
que queima hasta o apellido,
oh sol, oh sol sostenido,
oh sol, oh sol bemol.

CORPAS :

Eu gosto tirarme na areia
da praia sereia
asando neu corpo gentil,
asando de frente e perfil.
Eu gosto hasta o paroxismo
con o bestialismo
do sol do Brasil.

CORO :

Que el gosta do sol está a la vista,
é um verdadeiro solista.

CORPAS :

Eu contaré uma historia
que aconteceu uma vez.....

ESCOLA DE SAMBA :

No Brasil é bendición
como se faz a digestión,
De Botafogo a Ipanema
nao tem que tomar enema
porque, con todo respeito,
Brasil es tan digestivo.....

CORPAS :

Eu contaré una historia
que aconteceu uma vez
e muito melhor éis
que me deixeis
e não me interrumpéis.

CORO :

Conta tu conto extrangeiro
a la uma a las dois y a las treis.

CORPAS :

Um dia de sol na praia,
sonhando coisas bonitas,
masticaba uma banana,
a mais folklórica fruta,
gozando a fresca viruta
na praia de Copacabana.
Estaba feliz no sol tan fogoso,
na areia que ardía,
cuando de repente.....
Um oscurecimiento !

Uma sombra tan tupida,
uma sombra tan grandota,
era a sombra producida
das cadeiras d'uma garota.
Era uma garota que tenía :
Um andar de gacela,
cintura de avispa,
piel de terciopelo,
cabellos de lino,
manos de Euridice,
pies cúbicos,
talón de Aquiles,
nuez moscada,
dedo de frente,
frente popular,
lengua muerta,
palmas de Mallorca,
lomo Sapiens,
Boca corazon,
nalgas marinas
y um pubis.....


Continuo a relação
de tan colosal levante :
Comencé a persecução
das cadeiras bambolentes.
Cruzamos Copacabana,
debaixo do sol queimante
a cruzamos Ipanema
aguantando o sol queimante.
Cuando ya no pude más,
tomando muito coraje
decidí tirarme o lance.
Dije de fazer romance,
dije coisas tan bonitas
que a garota me dio cita
pra bailar en uma boite
esa mismísima noite.

LAMPINHO :

E como foi o final
da historia tan colosal ?

CORPAS :

O final foi muito vil
pela culpa do Brasil.
O sol tan ardente e cruel
me queimou toda a piel.

Tenía queimado tudo
de la proa hasta la popa.
Que ni siquiera desnudo
podía aguantar a ropa.

CORO :

Maldita sea la praia,
maldito sol asesino !

CORPAS :

Perdí piel, perdí garota,
perdí outras coisas mil.

ESCOLA DE SAMBA :

Vivan as praias cariocas,
viva o sol do Brasil.





Interpretada por el Conjunto de Instrumentos Informales
"LES LUTHIERS",
contando con la actuacion de sus autores :
en la guitarra, el compositor, Dorival Lampada "Lampinho"
y en canto, el poeta, Joao Corpas "CORPAS",
ademas de la inclusion de una ESCOLA DE SAMBA y una BATUCADA.


Conejo


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Ultima modificación: Miercoles 14 de Julio de 1999.

TEPIC, NAYARIT, MEXICO.

Bandera de Mexico